😔 Um episódio grave e revoltante veio a público e acendeu um alerta sobre a segurança de mulheres em espaços públicos, mesmo em países considerados seguros.
Uma brasileira de 36 anos, natural de Pernambuco, denunciou ter sido espionada enquanto usava o banheiro feminino de uma estação de metrô no Canadá. O caso aconteceu na Kipling Station, em Toronto, na manhã da sexta-feira (9), e está sendo investigado pela polícia local como assédio sexual.
📍 O que aconteceu?
A vítima, Priscilla Costa, mora no Canadá desde janeiro de 2019 e relatou o episódio em suas redes sociais. Segundo ela, o agressor invadiu o banheiro feminino e subiu no vaso sanitário da cabine ao lado para olhar por cima da divisória, enquanto ela urinava.
🗣️ “Quando eu estava me vestindo e dei descarga, eu senti uma presença. Quando olhei para cima, me espantei. Ele viu tudo. Não sei há quanto tempo ele estava ali, porque eu estava de fone de ouvido e não ouvi barulho”, contou Priscilla.
🎧 O uso de fones de ouvido impediu que ela percebesse qualquer movimentação suspeita antes do momento do choque.
⚠️ Tentativa de agressão e fuga do suspeito
Assim que percebeu que estava sendo observada, Priscilla gritou e tentou sair da cabine, mas o homem tentou empurrá-la de volta para dentro. Ela reagiu, empurrou o agressor e, aos gritos, conseguiu tirá-lo do banheiro.
🚪 Já fora do local, ela pediu ajuda a outros passageiros da estação.
🗣️ “Eu gritava dizendo que ele estava me espionando no banheiro. As pessoas ficaram olhando como se fosse um espetáculo. Ninguém segurou o cara, ninguém me ajudou”, desabafou.
❌ Segundo Priscilla, nem os passageiros nem um funcionário da estação tomaram providências. O suspeito caminhou lentamente e conseguiu fugir.
🏢 Denúncia e investigação
Mesmo profundamente abalada, Priscilla precisou seguir para o trabalho naquele dia. O registro oficial do caso só foi possível no sábado (10), quando ela foi até uma delegacia e registrou um boletim de ocorrência.
📹 Além disso, ela também fez uma denúncia na ouvidoria da Toronto Transit Commission (TTC), responsável pelo transporte público.
A agência localizou as imagens das câmeras de segurança do horário do ocorrido e encaminhou os vídeos à polícia, que segue investigando o caso.
😟 Medo, trauma e mudanças na rotina
Priscilla precisa passar pela Kipling Station ao menos duas vezes por semana por causa do trabalho e vive com o medo de reencontrar o agressor.
🗣️ “Fico pensando nesse cara indo para outras estações, outros banheiros, fazendo a mesma coisa. Estou com medo”, relatou.
🚇 Desde o episódio, ela passou a:
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Evitar vagões vazios
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Não usar mais fones de ouvido
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Ter dificuldades para dormir
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Sofrer com crises de ansiedade e lembranças do agressor
🗣️ “Acordei assustada, o rosto dele vinha na minha cabeça. Antes disso acontecer comigo, eu achava que estava em um país seguro”, disse.
✋ Um alerta importante
💔 O caso evidencia que o assédio sexual pode acontecer em qualquer lugar, inclusive em países considerados referência em segurança.
🚺 Também levanta um debate urgente sobre:
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Proteção às mulheres em espaços públicos
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Responsabilidade de funcionários e testemunhas
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A importância de agir diante de denúncias
🔊 Silêncio e omissão também machucam.
📢 Se você presenciar uma situação de assédio, intervenha com segurança, chame autoridades e ofereça apoio à vítima.
💜 Nenhuma mulher está sozinha.
👉 Compartilhe este post para dar visibilidade ao caso e fortalecer a luta contra o assédio.
Vídeo postado em redes sociais.
